16°C 26°C
Campo Grande, MS
Publicidade
Anúncio

Pressão popular e de deputados faz presidente da Alems recuar e pautar investigação de R$ 7 milhões à Fiems

Pressão popular e de deputados faz presidente da Alems recuar e pautar investigação de R$ 7 milhões à Fiems

21/04/2026 às 11h10
Por: Redação
Compartilhe:
(Foto: Assessoria da Assembleia Legislativa)
(Foto: Assessoria da Assembleia Legislativa)

Após forte repercussão popular e pressão de deputados, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems), Gerson Claro (PP), admitiu que está na pauta da próxima sessão um requerimento que cobra investigação sobre o repasse de R$ 7 milhões destinado pelo ex-secretário de Desenvolvimento, Jaime Verruck, à Fiems.

A decisão veio depois que o Jornal Midiamax revelou que Claro havia barrado um pedido anterior que buscava esclarecimentos sobre repasses da Confederação Nacional das Indústrias (CNI) à Fiems, no âmbito de um inquérito conduzido pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS). Diante da revelação, Claro justificou: “A mesa só analisou o que envolvia a CNI. Esse outro trata de recursos do Estado, que é competência da AL.”

A resposta do presidente da Alems ocorreu após a publicação da reportagem “Deputados apostam em gravidade do caso para Gerson Claro ‘desblindar’ Fiems”. Como de praxe, o Midiamax procurou Claro para manifestação, mas a resposta só veio depois da divulgação do material jornalístico.

O deputado classificou como “maldosa” a cobertura do veículo ao afirmar que houve “blindagem” de sua parte ao recusar o pedido anterior de deputados que cobravam investigação contra a Fiems, entidade comandada pelo empresário Sérgio Longen.

O Jornal Midiamax ressalta que sempre mantém espaço aberto para manifestação de todos os lados envolvidos. Na reportagem citada, o texto já apresentava as justificativas usadas por Claro para arquivar o pedido de investigação. No documento, ele alegou que o Regimento Interno da Casa limita o poder de requisição de informações a secretários de Estado e entidades da administração pública estadual.

O texto ainda destacava que a CNI é uma “associação sindical de natureza privada”, não integrando, portanto, a administração direta ou indireta do Estado. Somente neste ano, a Fiems deve receber R$ 60 milhões em recursos públicos.

Segundo o despacho assinado por Gerson Claro, a função fiscalizatória da Assembleia Legislativa, delimitada pela Constituição Estadual, restringe-se aos atos do Poder Executivo, do Tribunal de Contas e da administração indireta estadual. O documento conclui que o pedido “é dirigido a entidade privada que não integra a Administração Pública estadual, não se sujeitando, portanto, ao poder requisitório desta Casa Legislativa”.

Em todas as reportagens, o Jornal Midiamax também tentou contato com o ex-secretário Jaime Verruck, que não atendeu às ligações nem respondeu às mensagens enviadas. O espaço segue aberto para eventuais esclarecimentos.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Campo Grande, MS
19°
Chuvas esparsas

Mín. 16° Máx. 26°

19° Sensação
2.44km/h Vento
84% Umidade
100% (4.62mm) Chance de chuva
07h11 Nascer do sol
18h05 Pôr do sol
Sex 21° 17°
Sáb 26° 17°
Dom 26° 18°
Seg 22° 18°
Ter 21° 17°
Atualizado às 21h01
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Economia
Dólar
R$ 5,10 +0,01%
Euro
R$ 5,91 +0,14%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 342,457,13 -0,08%
Ibovespa
171,497,23 pts 1.71%
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Lenium - Criar site de notícias