

A definição sobre quem assumirá o comando do PSDB em Mato Grosso do Sul está sendo deliberadamente adiada. O plano, articulado dentro do partido, é que o deputado federal Beto Pereira lidere a legenda temporariamente, apenas para conduzi-la até março, quando ele próprio deve deixá-la para se filiar ao RepublicanOS.
Beto Pereira não esconde suas tratativas com o Republicanos e nem demonstra interesse em permanecer na presidência do PSDB. Sua indicação para o cargo interino foi feita pelo ex-líder partidário, Reinaldo Azambuja (agora no PL).
Enquanto isso, dois nomes surgem como possíveis sucessores:
A solução em discussão seria nomear Beto Pereira para a presidência, com Pedro Caravina como vice. Dessa forma, Caravina ficaria responsável pela construção das chapas para deputado estadual, assumindo o comando definitivo após a saída de Beto.
A indefinição, no entanto, persiste. Aécio Neves, que assume a presidência nacional do partido, deve indicar Beto para o cargo. Contudo, o fato de os dois não terem “a melhor das relações” é um fator que pode alterar os rumos da negociação. Por isso, a pergunta “quem comandará o partido e sob quais condições” ainda não tem uma resposta definitiva.
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