

Uma pesquisa encomendada pelo Jornal Correio do Estado e realizada pelo Ipems entre 20 e 31 de outubro revela que os pré-candidatos ao Governo do Estado terão que superar um significativo índice de rejeição do eleitorado.
O instituto, que ouviu 1.720 eleitores em 54 cidades (com margem de erro de 2,36 pontos percentuais), perguntou em quem os eleitores não votariam de jeito nenhum. O mais rejeitado foi Delcídio do Amaral, com 78,54%. Ele é seguido por Marcos Pollon (PL), com 76,52%, e pelo ex-deputado Fábio Trad (PT), com 73,64%.
Em um cenário completamente distinto, o atual governador, Eduardo Riedel (PP), aparece com uma rejeição de 39,89%, muito inferior à dos seus principais adversários.

A principal vantagem de Eduardo Riedel contra seus adversários, como demonstram os números, é justamente a sua baixíssima rejeição em comparação com os concorrentes diretos.
Enquanto seus oponentes têm índices de rejeição que beiram ou ultrapassam os 70% – um patamar extremamente alto que indica um eleitorado praticamente consolidado contra as suas candidaturas –, Riedel possui uma rejeição de apenas 39,89%.
Isso se traduz em algumas vantagens estratégicas decisivas:
Em resumo, em um cenário onde a disputa parece ser mais definida por quem o eleitor não quer do que por quem ele quer, Eduardo Riedel parte de uma posição extremamente confortável. A baixa rejeição o coloca como o candidato mais “palatável” para um eleitorado que demonstra forte aversão às outras opções, tornando-o o grande favorito, pelo menos neste momento da corrida eleitoral.
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