

A 2ª Conferência Municipal dos Direitos da População LGBTQIA+, realizada no final de junho no auditório da Secretaria de Assistência Social, custou aos cofres públicos mais de R$ 110 mil entre estrutura, alimentação, mídia e diárias de palestrantes. O evento propôs a criação de uma Casa Abrigo específica, um conselho municipal LGBTQIA+, além de incentivos fiscais para empresas que contratarem pessoas trans ou não-binárias.
A proposta mais polêmica inclui a institucionalização de “espaços seguros” em escolas públicas — medida criticada por pais e professores. “Temos escolas com falta de merenda e ar-condicionado quebrado, mas querem pintar sala de rosa e azul e criar banheiro unissex”, criticou um representante da Associação dos Pais de Alunos da Reme (Rede Municipal).
Enquanto o evento era celebrado nas redes por políticos da esquerda local, UPAs operam com superlotação, creches estão sem vagas e o índice de evasão escolar no ensino médio cresceu 22% nos últimos três anos, conforme o IBGE. Moradores das regiões do Nova Lima, Lageado e Moreninhas questionam se a Prefeitura está de fato ouvindo o povo ou apenas agradando nichos ideológicos.
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