

A expansão de energia solar fotovoltaica na rede estadual — unindo instalações diretas em escolas e uma Parceria Público-Privada (PPP) gerida pela Secretaria de Administração (SAD) — está se consolidando como uma das políticas públicas mais pragmáticas do Governo de MS: redução de custo recorrente + modernização de infraestrutura + meta ambiental. Reportagens recentes apontam economia média de até 40% nas contas de energia das unidades já conectadas.
Desde o início da atual gestão (2023), cerca de R$ 5 milhões foram investidos na instalação de sistemas solares em 40 escolas de 19 municípios — 11 delas em Campo Grande — como parte de um programa de modernização que inclui adequações elétricas e até gás natural em algumas unidades piloto, como a Escola Estadual Amando de Oliveira.
Paralelamente, a PPP de energia solar (prazo contratual: 23 anos; operada pela HCC Energia Solar; estruturada pelo Escritório de Parcerias Estratégicas e Seilog; gestão SAD desde out/2024) amplia a compensação de energia para a Rede Estadual. Desde jan/2025, 183 escolas já registram queda de gasto; projeções do governo falam em capacidade futura acima de 25 mil MWh/ano, o bastante para suprir ~1.400 prédios públicos quando o parque estiver completo.
Por que a Direita deve apoiar
Economia estrutural libera caixa para segurança, infraestrutura viária, saúde e educação de base — prioridades conservadoras. Além disso, autonomia energética reduz dependência de subsídios federais e oscilações tarifárias, fortalecendo responsabilidade local. O modelo PPP transfere investimento inicial ao parceiro privado, com pagamento atrelado a desempenho, reduzindo risco fiscal imediato.
Dados-chave
Economia: até 40% nas contas de energia (redes já conectadas).
183 escolas beneficiadas desde jan/2025; meta: 100% prédios elegíveis até fim de 2025.
Investimento direto: ~R$ 5 milhões em 40 escolas (19 municípios; 11 na Capital).
Mín. 16° Máx. 26°





