

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a agitar a política internacional ao anunciar a imposição de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, em resposta ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, que classificou como “perseguição política travestida de justiça”.
A carta de Trump foi clara e direta: "Bolsonaro é um herói para milhões. O que está acontecendo no Brasil é um abuso judicial típico de regimes que se dizem democráticos, mas agem como ditaduras de toga". O republicano ainda acusou o STF de aplicar censura contra redes sociais americanas sob falsos pretextos de “desinformação”.
A decisão repercutiu globalmente. A imprensa norte-americana dividiu-se entre críticas à medida e apoio à retaliação simbólica contra a perseguição ao líder conservador brasileiro. No Brasil, o mercado reagiu imediatamente com queda de mais de 2% do real frente ao dólar e instabilidade nas bolsas.
Conservadores batem palmas; esquerda se contorce
Enquanto a militância progressista brasileira correu para chamar a ação de “ingerência”, Eduardo Bolsonaro, deputado federal e filho do ex-presidente, subiu o tom: “Trump mostrou que está atento ao que a esquerda faz com a oposição no Brasil. É hora de responsabilizar Moraes, sim”. O parlamentar reforçou a articulação para que o ministro do STF seja sancionado nos EUA sob a Lei Magnitsky, por abuso de autoridade.
Analistas internacionais afirmam que Trump tem usado o caso como símbolo de sua luta contra o globalismo e as elites judiciais, ampliando o apoio popular entre eleitores conservadores de todo o mundo — inclusive no Brasil, onde Bolsonaro continua sendo o nome mais forte da oposição, mesmo inelegível até o momento.
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