

O presidente americano Donald Trump autorizou oficialmente, por meio do Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), uma investigação contra o Brasil por práticas comerciais desleais, e o alvo principal surpreendeu: o sistema de pagamentos instantâneos PIX, exaltado pela esquerda como “revolucionário”, está agora sob escrutínio internacional.
De acordo com o USTR, o Pix prejudica a concorrência e favorece bancos públicos brasileiros e fintechs ligadas a grupos políticos. Além disso, o relatório inicial da investigação menciona práticas irregulares no comércio de etanol, pirataria digital e interferência estatal em redes sociais.
A ofensiva de Trump é mais uma resposta ao que sua gestão chama de "neopopulismo de esquerda no hemisfério sul", com o Brasil liderando um bloco de países que desafiam abertamente as regras de mercado sob o pretexto de "inclusão social".
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