

A Procuradoria-Geral da República, sob comando de aliados do governo Lula, apresentou no dia 14 de julho de 2025 as alegações finais no processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, acusando-o de "atentar contra a democracia" em episódios que remontam às manifestações de 2022 e 2023. Entre os pontos destacados estão discursos, lives e declarações públicas onde Bolsonaro denunciava fraudes no sistema eleitoral e excessos do STF.
Embora as acusações sejam tratadas como “gravíssimas” pela imprensa alinhada à esquerda, juristas e políticos conservadores apontam que a ação é fraca, carente de provas concretas, e serve apenas para afastar Bolsonaro do cenário político de 2026, quando a oposição prepara uma candidatura forte.
Em Mato Grosso do Sul, deputados como Marcos Pollon e senadores como Soraya Thronicke criticaram o avanço do processo: “A democracia está sendo subvertida por uma perseguição judicial travestida de legalidade”, disse Pollon. A expectativa é que o julgamento final ocorra ainda neste semestre, podendo influenciar diretamente o rumo da campanha presidencial.
Enquanto isso, milhares de apoiadores de Bolsonaro se manifestam nas redes, denunciando o que chamam de “golpe togado” contra a vontade popular. Em Campo Grande, atos estão sendo convocados para o fim de semana em defesa da liberdade e da Constituição.
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