

Em mais um movimento que escancara o abismo entre Brasília e o povo brasileiro, os senadores de Mato Grosso do Sul — Nelsinho Trad (PSD), Soraya Thronicke (Podemos) e Tereza Cristina (PP) — votaram a favor da criação de 160 novos cargos no Supremo Tribunal Federal (STF), aprovando um projeto que irá gerar um impacto estimado em R$ 90 milhões por ano ao orçamento da União.
A proposta foi aprovada com ampla maioria, mas com forte resistência da oposição e de entidades civis. Para críticos, trata-se de mais um passo rumo ao inchaço da máquina pública, promovido por um sistema que já demonstra claros sinais de esgotamento.
A justificativa do STF e de seus aliados é que os cargos atenderiam a "necessidades administrativas", mas a verdade é que o Judiciário já consome R$ 50 bilhões anuais e mantém estruturas inchadas e ineficientes.
Conservadores veem o movimento como tentativa de aparelhamento institucional, reforçando o domínio progressista e reduzindo as chances de controle e equilíbrio entre os Poderes.
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