

A direita identifica em Brasília a emergência de um parlamentarismo informal, onde o Legislativo suga a iniciativa do presidente e enfraquece o sistema presidencialista — colocando em xeque a governabilidade .
O país passa por um desequilíbrio: emendas impositivas se consolidam como instrumento de barganha, enfraquecendo o Executivo e fomentando uma crise fiscal crônica. O fenômeno, embora ainda informal, já mina a confiança dos investidores e amarra qualquer agenda de ajustes estruturais.

Reflexão conservadora:
Sem reformulação das emendas e volta ao presidencialismo responsável, combater o “governo paralelo” se torna missão impossível.
A crise de governabilidade é mais profunda do que a incapacidade pontual do Planalto: é sintoma de um modelo político viciado.
— é hora de revisar as emendas impositivas e restabelecer os limites entre Executivo e Legislativo para garantir operações de Estado, não de cabide partidário.
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