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O governo federal mais uma vez enfrenta obstáculos para equilibrar a disputa de mobilização nas redes sociais sobre vídeo de Nikolas Ferreira

O governo federal mais uma vez enfrenta obstáculos para equilibrar a disputa de mobilização nas redes sociais sobre vídeo de Nikolas Ferreira

12/05/2025 às 11h44
Por: Redação Fonte: Redação Diego Cordeiro
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Nikolas Ferreira / imagens internet
Nikolas Ferreira / imagens internet

O governo federal mais uma vez enfrenta obstáculos para equilibrar a disputa de mobilização nas redes sociais. A chamada “tropa de choque” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não conseguiu fazer frente à repercussão de um vídeo publicado na última terça-feira (6) pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que criticou a atuação do Executivo diante de denúncias de irregularidades no INSS.

Enquanto a publicação do parlamentar superou 136 milhões de visualizações até a manhã deste domingo (11), os vídeos publicados por aliados do presidente somaram, juntos, apenas 5,5 milhões — o equivalente a 4% da audiência de Nikolas. O episódio evidencia a dificuldade da esquerda em disputar atenção nas plataformas digitais contra figuras da direita, que dominam as plataformas digitais.

No mesmo formato do vídeo de sucesso que fez anteriormente sobre o Pix, o registro publicado por Nikolas, dessa vez, fez duras críticas ao governo Lula em relação aos descontos indevidos em aposentadorias e pensões. O parlamentar usou como base de seu conteúdo um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU). O político se referiu ao ocorrido como “o maior escândalo da história”.

Dois dias após a publicação do vídeo, o ministro da CGU, Vinicius Carvalho, se manifestou com uma resposta nas redes. Ele alegou que as investigações sobre o caso começaram ainda em 2017, e que, até o momento, foram identificadas fraudes que somam R$ 6 bilhões, fruto de ações conjuntas com a Polícia Federal. No X e no Instagram juntos, porém, o vídeo chegou a apenas 1,1 milhão de visualizações.

Além de Carvalho, outros nomes da base governista também tentaram conter a repercussão do caso. O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), por exemplo, atribuiu o início do esquema fraudulento à gestão de Jair Bolsonaro (PL). A ministra Gleisi Hoffmann (PT-PR), por sua vez, usou as redes para listar o que chamou de “mentiras que a oposição bolsonarista está espalhando nas redes sociais".

 
 

O governo federal mais uma vez enfrenta obstáculos para equilibrar a disputa de mobilização nas redes sociais. A chamada “tropa de choque” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não conseguiu fazer frente à repercussão de um vídeo publicado na última terça-feira (6) pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que criticou a atuação do Executivo diante de denúncias de irregularidades no INSS.

Enquanto a publicação do parlamentar superou 136 milhões de visualizações até a manhã deste domingo (11), os vídeos publicados por aliados do presidente somaram, juntos, apenas 5,5 milhões — o equivalente a 4% da audiência de Nikolas. O episódio evidencia a dificuldade da esquerda em disputar atenção nas plataformas digitais contra figuras da direita, que dominam as plataformas digitais.

No mesmo formato do vídeo de sucesso que fez anteriormente sobre o Pix, o registro publicado por Nikolas, dessa vez, fez duras críticas ao governo Lula em relação aos descontos indevidos em aposentadorias e pensões. O parlamentar usou como base de seu conteúdo um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU). O político se referiu ao ocorrido como “o maior escândalo da história”.

Dois dias após a publicação do vídeo, o ministro da CGU, Vinicius Carvalho, se manifestou com uma resposta nas redes. Ele alegou que as investigações sobre o caso começaram ainda em 2017, e que, até o momento, foram identificadas fraudes que somam R$ 6 bilhões, fruto de ações conjuntas com a Polícia Federal. No X e no Instagram juntos, porém, o vídeo chegou a apenas 1,1 milhão de visualizações.

Além de Carvalho, outros nomes da base governista também tentaram conter a repercussão do caso. O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), por exemplo, atribuiu o início do esquema fraudulento à gestão de Jair Bolsonaro (PL). A ministra Gleisi Hoffmann (PT-PR), por sua vez, usou as redes para listar o que chamou de “mentiras que a oposição bolsonarista está espalhando nas redes”.

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