

Câmara dos Deputados, a vitória de Pollon foi de 336 votos a 120, validação que ainda depende do Senado, para a aprovação completa do Congresso Nacional
Terrorismo financiado com o recurso do contribuinte, e até citado em Portal Oficial de Transparência. Distopia que é realidade no Brasil de 2025, no qual o “Desgoverno Lula” aplica R$ 1 bilhão do dinheiro público, em investimentos diretos para o MST, o Movimento Sem Terra. Destinação absolutamente condenada pelo deputado federal Marcos Pollon (PL-MS).
“Bandoleiros que invadem terras, no propósito de atacar o conceito de propriedade privada do país, que geram o caos, desordem, e, mesmo assim, possuem o apoio financeiro do Estado. Uma verdadeira piada de mal gosto, porém, uma piada institucionalizada, instituída, que torna natural, absurdos que precisam ser refletidos”, avalia Marcos Pollon, parlamentar que foi o autor do PL 709/23. Projeto de Lei que indicou a restrição para invasores de imóveis urbanos, ou rurais, quanto ao acesso de benefícios sociais do Governo Federal. Proibição, que também pode se estender à autorização para a posse em cargos públicos, ou a investidura em funções públicas.
Na Câmara dos Deputados, a vitória de Pollon foi de 336 votos a 120, validação que ainda depende do Senado, para a aprovação completa do Congresso Nacional, mas capaz de validar um recado claro. Principalmente com a força de posicionamento da FPA (Frente Parlamentar do Agronegócio), parlamentares ruralistas destacaram a articulação do grupo, ao exprimir como inadmissível o Terrorismo à propriedade privada, seja no campo ou na cidade.
No seu site oficial , a FPA apresentou a publicação “Muito Além do Abril Vermelho”, na qual detalha a contabilidade da ajuda anual da Gestão Lula ao MST. Nos dados divulgados, R$ 400 mil são para a aquisição de alimentos de associados, R$ 350 mil para crédito da aquisição de imóveis rurais e ainda outros R$ 300 mil para investimentos na formação de estoques públicos. Enquanto isso, no Orçamento da União para 2025, a previsão é de R$ 900 milhões a menos, para a viabilidade de ações diretamente ligadas à Agropecuária .
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