

A gestão da prefeita Adriane Lopes (PP) decidiu aplicar R$ 1,3 milhão da previdência dos servidores municipais no Banco Master – uma instituição que, veja só, está no epicentro de um escândalo nacional envolvendo a captação de recursos públicos em investimentos sem nenhuma proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Detalhe sutil: sem garantia nenhuma em caso de falência.
Segundo informações do site Campo Grande News, o Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande (IMPCG) achou por bem confiar no bom coração do mercado financeiro e colocou a bolada em letras financeiras do banco em 2023 – durante a atual gestão progressista de Adriane Lopes. E quem estava no comando do IMPCG na época? A vice-prefeita e atual secretária de Ação Social, Camilla Nascimento de Oliveira (PP). Uma gestão afinada, pelo visto.
Nos últimos dois anos, a prefeitura também firmou convênios com o Banco Master para oferecer empréstimos consignados aos servidores da ativa, aposentados e pensionistas. Afinal, nada melhor do que endividar o servidor com uma instituição sob suspeita.
O valor aplicado pelo IMPCG faz parte de um total de R$ 1,7 bilhão que o Banco Master teria captado de fundos públicos sem qualquer proteção legal em caso de crise ou quebra. Mas é claro, tudo deve ter sido feito com extrema responsabilidade.
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