

A população de Campo Grande enfrenta um cenário de crescente indignação diante da gestão da prefeita Adriane Lopes e da atuação questionável da Câmara Municipal. Enquanto a cidade amarga sérios problemas estruturais.
Uma simples consulta ao Diogrande revela um verdadeiro festival de nomeações suspeitas, com parentes de secretários e figuras políticas assumindo postos estratégicos, muitos deles com salários vultuosos , A indagação é inevitável.
Com a popularidade em queda acentuada, a Câmara Municipal parece ignorar que 2025 será ano eleitoral. E esses mesmos vereadores terão que retornar aos bairros, em busca de votos. A grande questão é: como serão recebidos por uma população que, cada vez mais, se vê desiludida com promessas vazias.

A fragilidade da credibilidade dos poderes municipais é o pedido de impeachment contra a prefeita Adriane Lopes, protocolado pelo ex-candidato a prefeito Luso Queiroz (PSOL) e o ex-candidato a vereador Bruno Ortiz (PL). As acusações são graves: a prefeitura teria deixado de reter tributos sobre os salários de um grupo restrito de servidores, em flagrante violação à Lei de Responsabilidade Fiscal e às normas estabelecidas pela Receita Federal.
A resposta da prefeita foi encaminhada ao presidente da Câmara, vereador Papy (PSDB), que agora se vê na incumbência de decidir se arquiva ou prossegue com o processo.
Mas no entanto, é que, conforme o Decreto-Lei nº 201/1967 e a Lei Orgânica do Município, essa decisão não pode ser unilateral. O procedimento, por lei, deve ser levado ao plenário da Câmara, e não ficar restrito ao arbítrio de um único vereador.
A Lei Orgânica de Campo Grande exige que a solicitação de impeachment seja analisada por uma comissão processante antes de qualquer deliberação final.
Enquanto isso, a população de Campo Grande segue aguardando algo cada vez mais transparência e respeito pelo eleitor.
Mín. 16° Máx. 26°





