


Por determinação do ministro Alexandre de Moraes, a Polícia Federal devolveu o passaporte de Valdemar Costa Neto, presidente do Partido Liberal (PL). Outros bens como relógios de luxo, dois celulares, um caderno e R$ 53,7 mil em espécie também foram devolvidos.

Valdemar teve esses itens apreendidos em fevereiro de 2024 como parte da operação Tempus Veritatis. Essa investigação estava relacionada a uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
O documento, dinheiro e bens só foram devolvidos porque a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) não citava o líder do partido de Jair Bolsonaro.
O procurador-geral, Paulo Gonet, não encontrou elementos suficientes para denunciá-lo no caso.
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