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Prefeitos de 37 cidades de MS se unem em Assomasul para definir pautas da Marcha a Brasília 2026

Prefeitos de 37 cidades de MS se unem em Assomasul para definir pautas da Marcha a Brasília 2026

24/02/2026 às 08h48
Por: Redação
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Prefeita Adriane Lopes faz parte do evento que visa cobrar Brasília de melhores políticas para os municipios.
Prefeita Adriane Lopes faz parte do evento que visa cobrar Brasília de melhores políticas para os municipios.

Prefeitos de 37 municípios de Mato Grosso do Sul participaram, nesta segunda-feira (23), da Assembleia Geral da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul). O encontro teve como objetivo alinhar as estratégias da comitiva sul-mato-grossense para a XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, promovida pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) entre os dias 18 e 21 de maio.

Durante a reunião, a prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), e demais gestores do interior debateram as prioridades da agenda municipalista para 2026. “É uma oportunidade para prefeitos e prefeitas de MS discutirem pautas prioritárias e fortalecerem a atuação conjunta por resultados concretos para a população”, destacou a chefe do Executivo da Capital.

O presidente da Assomasul, prefeito Thalles Tomazelli, reforçou a importância da articulação coletiva para enfrentar os desafios comuns às administrações locais. “Discutimos o planejamento de 2026 e a mobilização em Brasília para defender pautas que afetam diretamente os municípios”, afirmou.

CNM convoca gestores para reunião de emergência sobre projetos no Congresso

Paralelamente à mobilização da Marcha, a CNM convocou prefeitos de todo o país para uma reunião nesta terça-feira (24), na sede da entidade, em Brasília. O encontro, marcado para as 8h30, abordará projetos em tramitação no Congresso Nacional classificados pela confederação como “bombas” para as finanças municipais.

Entre as propostas consideradas mais críticas estão a que estabelece regras para a aposentadoria de agentes políticos e a que fixa piso salarial para farmacêuticos. O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, alertou para os impactos dessas medidas sobre os orçamentos locais. “Os municípios não podem continuar arcando sozinhos com políticas definidas sem planejamento e sem financiamento”, declarou.

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