16°C 26°C
Campo Grande, MS
Publicidade
Anúncio

Toffoli retira perícia do Caso Master da PF e critica Banco Central

Toffoli retira perícia do Caso Master da PF e critica Banco Central

15/01/2026 às 10h09
Por: Redação
Compartilhe:
Ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal).
Ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal).

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (14) que a Procuradoria-Geral da República (PGR) assuma a perícia dos materiais apreendidos na investigação sobre o Banco Master, retirando a tarefa da Polícia Federal. Em despacho, o magistrado também fez críticas ao Banco Central, apontando “vulnerabilidades” no sistema de regulação e fiscalização do órgão.

A decisão foi motivada pela constatação de que a investigação tem “escopo mais amplo”, indo além de inquéritos anteriores ao analisar, em tese, a “gestão fraudulenta, o desvio de valores e o branqueamento de capitais” pela instituição financeira. Toffoli destacou o alegado aproveitamento de fragilidades no mercado de capitais e no próprio sistema regulatório.

Descontentamento com a Polícia Federal

A medida representa uma escalada no conflito entre o ministro e a PF. Toffoli havia determinado anteriormente que todos os itens apreendidos fossem lacrados e custodiados no STF para evitar vazamentos, mas a Polícia Federal não os encaminhou a seu gabinete.

Além disso, o ministro apontou o descumprimento de um prazo judicial. Ele havia ordenado a prisão preventiva de um dos investigados, Fabiano Zettel, em até 24 horas, após a PF informar que ele tinha viagem marcada para Dubai. A ordem não foi cumprida no período estipulado.

Em seu despacho, Toffoli expressou surpresa (“causa espécie”) não apenas com o descumprimento do prazo, que poderia permitir a descaracterização de provas, mas também com a “falta de empenho” no planejamento de uma operação que teve dias para ser preparada. Ele afirmou que uma “eventual frustração” das medidas decorre de “inércia exclusiva da Polícia Federal” e de “inobservância expressa e deliberada” de sua decisão.

O magistrado deu um prazo de 24 horas para que o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, apresente as razões do não cumprimento da ordem, ressaltando que quaisquer prejuízos às investigações serão de “inteira responsabilidade da autoridade policial”.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Campo Grande, MS
19°
Chuvas esparsas

Mín. 16° Máx. 26°

19° Sensação
2.44km/h Vento
84% Umidade
100% (4.62mm) Chance de chuva
07h11 Nascer do sol
18h05 Pôr do sol
Sex 21° 17°
Sáb 26° 17°
Dom 26° 18°
Seg 22° 18°
Ter 21° 17°
Atualizado às 21h01
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Economia
Dólar
R$ 5,10 +0,01%
Euro
R$ 5,91 +0,14%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 342,167,96 -0,17%
Ibovespa
171,497,23 pts 1.71%
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Lenium - Criar site de notícias