

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) irá analisar um pedido de habeas corpus em favor do empresário George Willian de Oliveira, dono da empresa Citiz Tecnologia. Ele foi preso na Operação Fake Cloud, desencadeada pelo Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc) do Ministério Público Estadual (MPMS).
A operação, que investiga um esquema de fraudes em licitações para serviços de backup em nuvem na prefeitura de Itaporã, também prendeu o empresário Lucas de Andrade Coutinho e o ex-secretário municipal de Corumbá, Nilson dos Santos Pedroso. Nilson já teve a prisão convertida para domiciliar, e a defesa de Lucas também pleiteia sua liberdade, em um processo que ainda corre sob sigilo.
A investigação apurou que o grupo criminoso agia de forma sistemática para fraudar processos de dispensa de licitação. O esquema funcionava da seguinte maneira:
Em troca de operacionalizar o esquema, os agentes públicos recebiam vantagens indevidas. O caso é investigado por crimes de organização criminosa, fraude a licitação e corrupção.
Ampliação do Esquema para Outras Cidades – As investigações revelaram que o grupo pretendia expandir o esquema criminoso. Com a nomeação de Nilson para o cargo de secretário em Corumbá, foram iniciados planos para levar as fraudes para licitações tecnológicas em pelo menos outras quatro cidades: Corumbá, Aquidauana, Anastácio e Corguinho.
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