

A sessão da Câmara Municipal de Campo Grande nesta terça-feira (2) confirmou a manutenção de 36 vetos do Executivo à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2026. Apesar de 277 emendas apresentadas, apenas 241 foram incorporadas.
Entre os vetos mantidos, chama a atenção o que impediria a redução do ISS para 2% no setor de tecnologia e startups. O argumento foi a falta de estudos técnicos sobre impacto financeiro, mas especialistas defendem que o incentivo poderia transformar Campo Grande em polo de inovação, gerando emprego e receita futura. A decisão, no entanto, revela a falta de ousadia da gestão municipal e a postura conservadora da maioria dos vereadores em temas de desenvolvimento econômico.
Em contrapartida, foi derrubado o veto a um projeto de erradicação da planta invasora conhecida como “murta”. Os parlamentares argumentaram que a medida traz benefícios ao meio ambiente e ajuda proprietários de terrenos. Ainda assim, o grande debate ficou marcado pela oportunidade perdida de inserir a cidade em um novo ciclo de modernização tributária.
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