

O vereador Elias Ishy (PT) convocou audiência com a Fetems para discutir o colapso na rede pública de ensino: falta de vagas, salas improvisadas e crianças obrigadas a estudar em turmas com mais de 40 alunos. O problema não é de hoje: há anos a educação municipal vem sendo denunciada por pais e professores, mas continua recebendo tratamento paliativo, quando deveria ser prioridade absoluta.
Em Dourados, a situação é dramática: escolas estão utilizando corredores e bibliotecas como salas de aula. Em Campo Grande, relatos de famílias apontam deslocamentos de até 10 km para conseguir vaga, já que escolas próximas estão lotadas. Professores enfrentam carga desumana, e muitos desistem da carreira.
O PT, que agora tenta posar de defensor da educação, é o mesmo partido que desviou recursos para projetos de viés ideológico, contratou ONGs alinhadas a interesses políticos e deixou a infraestrutura escolar em segundo plano. A crise é reflexo direto de más gestões que priorizam propaganda em vez de ensino de qualidade.
A direita cobra que a educação seja tratada como política de Estado, com planejamento real, fiscalização de verbas e investimento em estrutura básica — e não como palanque eleitoral ou moeda de troca sindical.
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