

Em meio à dinâmica política municipal, a prefeita Adriane Lopes (PP) voltou aos holofotes — desta vez por iniciativas que extrapolam o campo das realizações e adentram o terreno da responsabilidade institucional. Fragmentos bem documentados apontam pedidos de impeachment a partir de denúncias de omissão grave na retenção de tributos. Já há relatos de prejuízos que podem ultrapassar R$ 386 milhões aos cofres do município, envolvendo Imposto de Renda e contribuições previdenciárias ao IMPCG .
Além das cifras elevadas, há denúncias de que, em 2023, a prefeita teria sido alertada pela Receita Federal sobre as irregularidades — algo ainda mais alarmante considerando o risco sistêmico à confiança pública.
Os pedidos de impeachment foram protocolados na Câmara Municipal e agora seguem sob análise da Procuradoria Jurídica. Cabe ao presidente da Casa, o vereador Epaminondas Neto (Papy), decidir se a acusação será arquivada ou levada adiante — uma decisão que simboliza o equilíbrio entre governabilidade e fiscalização cidadã.
Para quem defende o Estado de Direito, qualquer gestor público que enfrenta suspeitas dessa magnitude precisa ter seus atos escrutinados com rigor e celeridade — elementos essenciais da agenda liberal-conservadora: autoridade local funcionando, mas jamais acima da lei.
Mín. 16° Máx. 26°





