

Em 6 de agosto de 2025, o Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul rejeitou todos os recursos e manteve a legalidade dos mandatos da prefeita Adriane Lopes e da vice, Camilla Nascimento. A decisão unânime encerra oficialmente uma disputa jurídica iniciada ainda no início do mandato 2025–2028.
Eleita em 27 de outubro de 2024 com 222.699 votos (51,45 %), Adriane assumiu a Prefeitura em 1º de janeiro de 2025, dando sequência ao projeto de reestruturação administrativa que agora segue sem ameaças legais. A indefinição judicial havia bloqueado nomeações e atrasado o ritmo de contratação de pessoal para áreas essenciais como saúde, educação e infraestrutura.
Os pedidos de impeachment, protocolados por opositores como Luso Queiroz e Bruno Ortiz Barbosa, alegavam omissões no recolhimento de Imposto de Renda e contribuições previdenciárias, que supostamente causaram prejuízo de R$ 386 milhões aos cofres públicos . A rejeição oficial, portanto, devolve legitimidade política e técnica à gestão, preparando terreno para implementação de medidas como modernização da folha e foco na eficiência.
A estabilidade agora favorece a continuidade de programas conservadores como a reformulação da Secretaria Municipal da Juventude e investimentos em segurança pública e atração de investimentos, em linha com a coalizão PP‑Avante‑PRD que sustentou sua reeleição.
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