

A cena foi constrangedora e reveladora: no encontro do G7, em Évian-les-Bains, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi tratado como figurante de luxo. Enquanto Donald Trump conversava com líderes de países que realmente importam no cenário global, Lula tentava puxar papo com o presidente do Egito e com o primeiro-ministro britânico, na esperança de disfarçar o óbvio: o presidente americano simplesmente o ignorou.
Não houve cumprimento, não houve aperto de mão, não houve diálogo. O que se viu foi um Lula acuado, tentando justificar o injustificável — que a falta de um encontro bilateral seria "estratégica". A verdade, porém, é mais dura: Trump não tem interesse em perder tempo com um líder que representa um país em decadência econômica, com PIB estagnado, desmatamento em alta e um governo que insiste em criticar os Estados Unidos enquanto mendiga acordos comerciais.
A explicação do Planalto de que "não valia a pena" pedir uma reunião com Trump soa como desculpa esfarrapada de quem foi preterido. A realidade é que o governo brasileiro teme expor sua fragilidade em uma negociação cara a cara, enquanto os EUA ameaçam taxar produtos brasileiros em até 25% e já classificaram o PCC e o CV como organizações terroristas — uma humilhação diplomática sem precedentes que Lula engoliu calado.
Enquanto Trump define os rumos do comércio global, Lula se apega a discursos vazios sobre "multilateralismo" e "soberania" para tentar disfarçar sua incapacidade de dialogar com a principal potência do mundo. É o mesmo presidente que defende ditaduras como a da Venezuela e da Nicarágua, mas se diz ofendido quando os EUA apontam o óbvio sobre a criminalidade no Brasil.
Enquanto o restante do G7 debate temas como a guerra na Ucrânia e a paz no Oriente Médio, Lula insiste em pautas menores como "regulamentação de redes sociais" — tema que interessa apenas ao seu aliado Alexandre de Moraes. A irrelevância do petista ficou tão evidente que a imprensa internacional sequer noticiou sua participação com destaque, preferindo focar nos verdadeiros protagonistas.
A imagem de Lula sendo ignorado por Trump deveria servir como um alerta para o Brasil: o país está sendo conduzido por um político que vive no passado, que acha que ainda é 2003, e que não percebe que o mundo mudou. Enquanto outros líderes buscam parcerias estratégicas, Lula prefere o conforto de criticar os EUA para o público interno, mesmo que isso custe o isolamento internacional do país.
O resultado prático? Tarifas americanas se aproximam, investimentos estrangeiros se afastam e o Brasil perde espaço no cenário mundial — tudo sob o comando de um presidente mais preocupado em posar para fotos do que em realmente negociar os interesses nacionais.
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